sobre a marca

 

QUEM VOCÊ PENSA QUE É?

 

todo mundo tem aqueles dias que o relógio corre na velocidade de um engarrafamento. depois de muita buzina no escritório e gritaria sem fim na rua, o único desejo é chegar em casa, se jogar no sofá e colocar o resto do mundo no silencioso. por alguns meses de 2015, o Júnior não pôde fazer isso: a sala do seu apartamento tinha mudado o visual e se transformado em uma loja. junto com o Daniel, arrastaram alguns móveis, colocaram a mesinha de centro pra escanteio e colocaram algumas araras pelos cantos. dois amigos que se tornavam sócios e iam convidando os mais próximos para mostrar as novas camisetas. a primeira remessa logo acabou, a segunda não foi suficiente, assim como a terceira. a felicidade de ver os primeiros passos da marca era como tirar um sapato apertado no fim de um dia de trabalho. assim nascia a dane-se.

 

 

empacotamos tudo e fomos para a 102 norte. na mudança, a atmosfera intimista não ficou pelo caminho. o showroom se tornou a nossa segunda casa por anos, onde recebemos nossos amigos. gostamos muito de moda, mas gostamos ainda mais de gente. conforme a dane-se se espalhava por aí, uma dúvida martelava a cabeça das pessoas:

 

““gostei das roupas, da loja, da ideia da marca..., mas pra que esse nome tão hostil*?”

 

* agressivo, violento, ofensivo, desobediente, malcriado, amargo, azedo, rude, áspero, insultante, amargurado... já ouvimos de tudo. é inegável que o termo “dane-se” pode assumir diferentes intenções. 

 

 

quando nos jogamos no sofá depois de um dia exaustivo, de regras alheias, pressões e expectativas, enfim nos permitimos ser nós mesmos. é ali, mandando o salto alto pra cima e desabotoando o terno. é dançando esquisito sem se importar com o que vão pensar. é exaltando o genuíno, o espontâneo, o puro que existe em todos nós. é sair de chinelo, despenteado ou extremamente elegante para ir ao mercado. se é a sua vontade, nada mais importa. aceitar sua autenticidade é um momento de catarse individual; quando estamos nos libertando de crenças que nos limitam, somos automaticamente induzidos a descobrir cada vez mais quem somos verdadeiramente.

 

a busca pela autoconfiança é um processo longo e que gera um bem estar extremo a cada nova descoberta. é isso que nos encanta; é a nossa postura desde o início e assim será. assumir essa posição no mundo da moda é um desafio. estamos imersos em um universo que, historicamente, cria padrões culturais perigosos: beleza, exclusão social, magreza, dinheiro, status, luxo. sabemos o papel da moda dentro da sociedade e fazemos parte de uma nova geração que se preocupa com o futuro. estamos conscientes. 

 


 

 

 

para nós, sucesso não vem mais só do faturamento anual: mensuramos o nosso êxito pela satisfação em estar fazendo moda com responsabilidade. à medida que crescemos e espalhamos o nosso “dane-se” brasil afora, mais nos lembramos da nossa origem. as coleções sobre a arquitetura da cidade, athos bulcão ou sobre o cerrado são só exemplos do nosso orgulho estampado sempre que falamos sobre brasília. no cerrado, as árvores têm raízes profundas e, por isso, conseguem se desenvolver. onde quer que a gente esteja, seremos brasília. a certeza da nossa essência nos permite ir além. acreditamos na qualidade dos produtos, na força de brasília e no poder de fazer algo de corpo e alma. se alguém achar que isso é dançar esquisito no salão, não tem problema: estamos celebrando a nossa história, todos os dias.

 

 

 

 

 

 

estamos aqui para lembrar que o bem-estar de tirar o sapato depois de um dia longo também existe ao vestir uma roupa de qualidade para sair de casa, se olhar no espelho e dizer que está tudo bem ser você, do jeito que você bem entender.

 

não se importar com o que os outros pensam é o caminho. dane-se é o atalho.

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